MÃES CADELAS: São inseminadas à força, e seus filhotes lhes são retirados poucos dias após o nascimento, para irem parar em “pet shops”. Para cada animal que é comprado, um animal abandonado deixa de ser adotado, vindo a perecer nas ruas ou – pior – nos Centros de Controle de Zoonoses (o eufemismo atual para a não tão boa mas bastante velha “carrocinha”). Quem lucra com isso? Apenas os gigolôs de animais em seu ávido proxenetismo e sua inclemente desfaçatez moral.
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MÃE GALINHA: Seus ovos lhe são roubados logo após a postura para serem chocados em incubadoras artificiais. Com apenas um dia de vida, seus pintinhos são levados para as granjas. Menos os pintos machos das galinhas poedeiras, que não são rentáveis para a indústria. Por isso, logo que nascem, são empilhados dentro de enormes sacos, onde vão morrendo lentamente, por asfixia, ou são lançados em grandes trituradores para servirem de matéria-prima para alimentação de frangos adultos ou para fabricação de ração para cães e gatos.
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MÃE VACA: Para produzir seu leite de forma contínua, é inseminada artificialmente, ano após ano (hoje em dia, há ainda o método de indução de uma falsa gravidez via injeção de hormônios). Como os bezerros machos das vacas leiteiras não renderiam carne de boa qualidade quando adultos, um fim diferente os espera. Eles são roubados da mãe logo após seu nascimento e confinados em caixotes de madeira, sobrevivendo à base de leite desnatado. Aos quatros meses de “vida”, anêmicos e com músculos atrofiados, são mortos. Sua carne, clara e macia, é conhecida pelo nome de vitela ou baby beef, aquela mesma que nosso querido Bento XVI, do alto de sua santidade, degustou em sua visita ao Brasil.
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MÃE PORCA: Durante a gestação, é confinada numa baia tão minúscula que a obriga a permanecer deitada, sem poder se virar. Fica prenhe, pelo menos, duas vezes ao ano. Seus leitões são desmamados antes de completarem um mês de vida (menos da metade do tempo natural) e imediatamente encaminhados para a engorda. Enquanto amarga a dor da ausência dos filhos, ela é novamente inseminada. ✖ Bárbara.
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MÃE VACA: Para produzir seu leite de forma contínua, é inseminada artificialmente, ano após ano (hoje em dia, há ainda o método de indução de uma falsa gravidez via injeção de hormônios). Como os bezerros machos das vacas leiteiras não renderiam carne de boa qualidade quando adultos, um fim diferente os espera. Eles são roubados da mãe logo após seu nascimento e confinados em caixotes de madeira, sobrevivendo à base de leite desnatado. Aos quatros meses de “vida”, anêmicos e com músculos atrofiados, são mortos. Sua carne, clara e macia, é conhecida pelo nome de vitela ou baby beef, aquela mesma que nosso querido Bento XVI, do alto de sua santidade, degustou em sua visita ao Brasil.
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MÃE PORCA: Durante a gestação, é confinada numa baia tão minúscula que a obriga a permanecer deitada, sem poder se virar. Fica prenhe, pelo menos, duas vezes ao ano. Seus leitões são desmamados antes de completarem um mês de vida (menos da metade do tempo natural) e imediatamente encaminhados para a engorda. Enquanto amarga a dor da ausência dos filhos, ela é novamente inseminada. ✖ Bárbara.
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