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Morta pela liberdade, ainda exalo as cores que deveriam estar em meu sangue. Sinto como se não pertencesse a este corpo, ele nunca faz o que é correto, o que eu posso distinguir como uma boa atitude. Não me reconheço mais, já não sei quem sou, me entrego aos que podem me mostrar que sou alguém melhor, mas no fim, eles também irão perceber o quão ruim se tornou este corpo desgovernado.
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